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Publicado a 12/11/2021

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O Marketing, a Tecnologia e a Saúde: O foco está agora na pessoa e não no utente | Por Ana Salomé Cruz, Ana Sofia Santos e Ricardo Mena (Bwizer Magazine)

Ana Salomé Cruz, Ana Sofia Santos e Ricardo Mena

Este artigo fez parte do Número 15 da Bwizer Magazine – pode vê-la na íntegra aqui.


As organizações de saúde apostam, hoje, em estratégias de marketing, no sentido de fazer face à informação de saúde cada vez mais abrangente e a uma concorrência cada vez mais sofisticada. Embora as competências clínicas, cirúrgicas e técnicas sejam de carácter fundamental para o atendimento do utente, estas são insuficientes para manter e posicionar as organizações de saúde num ambiente de elevada concorrência. Por isso, o Marketing na Saúde é, não só indispensável para o sucesso, como também uma tendência de elevada relevância, na satisfação das necessidades dos pacientes e na criação de desejos.

O ambiente pandémico fez com que fossem discutidas mudanças de hábitos e práticas, o que levou os consumidores a questionar as suas prioridades. Por isso, vários foram os profissionais de marketing que atuaram de forma urgente e imediata, levantando assim a importância de abordar o impacto do mesmo no setor da saúde.

O mercado pós-Covid-19 será, garantidamente diferente, o que nos leva a questionar qual será a estratégia mais adequada e quais são as necessidades de um consumidor pós-covid? A única certeza é que a pandemia acelerou o avanço e o uso da tecnologia nos diferentes setores.

A questão que se impõe é: no que se destaca o setor da saúde e o seu consumidor. Durante a pandemia, no setor da saúde houveram diversas mudanças, tanto para o utente como para o acompanhante do utente, cuidador em muitos casos. Existem dados do Serviço Nacional de Saúde que mostram que, em abril de 2020, em pleno pico pandémico, houve uma diminuição de 356.142 de consultas médicas, comparativamente a 2019.

 

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Este artigo fez parte do Número 15 da Bwizer Magazine – pode vê-la na íntegra aqui.

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