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Publicado a 06/06/2020

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Hipermobilidade do ombro e a sua relação com síndrome do impacto subacromial e capsulite adesiva

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Hipermobilidade articular

A hipermobilidade articular é uma condição clínica caracterizada por um excesso de amplitude de movimento numa articulação para além da sua amplitude fisiológica.

  • Quando a condição é assintomática, é denominada hipermobilidade articular generalizada;
  • No entanto, quando associado a sintomas como dor articular (artrangia), lesões nos tecidos moles e instabilidade articular, é referido como síndrome benigna da hipermobilidade articular.

É mais comum em jovens, sendo caracterizada pelo aumento na proporção de colagénio ou subtipos de colagénio (como tipo III e tipo I) que resulta em laxidez nas articulações e aumento da fragilidade do tecido conjuntivo, aumentando a predisposição para patologias músculo-esqueléticas.

De salientar que o ombro é uma das articulações mais frequentemente afetadas pela hipermobilidade.

 

Instabilidade articular

O risco de instabilidade articular aumenta em caso de hipermobilidade articular. Assim, e embora as subluxações não sejam uma característica específica da hipermobilidade articular, as subluxações recorrentes indicam a gravidade da laxidez articular e a fraqueza muscular local.

Com efeito, Cameron et al. detetaram uma correlação entre a hipermobilidade articular e a instabilidade da articulação glenoumeral independente do sexo ou raça; estes autores também sugeriram a hipermobilidade articular como fator de risco para a instabilidade da articulação.

 

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Fonte:

“The relationship between joint hypermobility and subacromial impingement syndrome and adhesive capsulitis of the shoulder”. 2018. North Clin Istanb. 2018 Apr 16; 5(3): 232–237. (Published online 2018 Apr 16. doi: 10.14744/nci.2017.35119)

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