O nosso website utiliza cookies por forma a melhorar o desempenho do mesmo e a sua experiência como utilizador. Pode consultar a nossa política de cookies AQUI

Dicas para o Sucesso Profissional

Registo
Voltar à listagem

Fáscia ao microscópio:aula com Alexandre Novais

Fáscia, abordagem fascial, … já ouviu falar?    

A fáscia é formada por tecido conjuntivo que se organiza e interliga tão densamente, que se pode comparar a uma camisola de malha. Do ponto de vista histológico, na sua composição apresenta 20% de células (como fibroblastos, adipócitos, macrófagos e mastócitos) e 80% de matriz extracelular.

Envolve, de forma ininterrupta, todas as estruturas do corpo: cada músculo, osso, nervo, artéria e veia, assim como, todos os nossos órgãos internos incluindo o cérebro e a medula óssea - fáscia superficial, profunda, visceral e do sistema nervoso.

É um sistema altamente especializado que está presente em todo o corpo. Desta forma, qualquer perturbação na sua função ou estrutura pode criar alterações na tensão miofascial, podendo originar sinais e sintomas que, na sua maioria, não são detetáveis nos exames complementares de diagnóstico, nem numa avaliação “standard” musculosquelética. E apresenta as seguintes funções: absorção de impactos e pressões, formação dos compartimentos corporais, proteção, determina a forma muscular e a sua posição funcional, suporte, coesão das estruturas corporais, coordenação hemodinâmica e sistema circulatório.

Na base da sua fisiologia e biomecânica estão 3 propriedades que definem a sua ação e, também dão pistas sobre como podemos intervir: tensegridade, piezoeletricidade e tixotropismo.

Fáscia ao microscópio: palestra
  • Tensegridade: “tensão + integridade = integridade das tensões” - é uma propriedade presente em objetos cujos componentes usam a tração e a compressão de forma combinada, o que proporciona estabilidade e resistência, assegurando sua  integridade global.
  • Piezoeletricidade: a aplicação de pressões que causam variações nas dimensões de materiais piezoelétricos provocam o aparecimento de campos elétricos nesses materiais.
  • Tixotropismo: é a capacidade do colagénio se liquefazer à medida que lhe aplicamos uma determinada quantidade de calor ou uma força mecânica, como pressão ou vibração.

Para compreender melhor do que falamos, convidamo-lo a assistir a esta palestra totalmente dedicada a este tema – para isso, basta submeter o formulário abaixo.

Partilhe esta notícia

A Bwizer nas redes sociais