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Reeducação Postural: princípios e indicações

Nos tempos de hoje cada vez mais se verificam alterações posturais, quer nos indivíduos mais jovens, quer nos mais adultos. Estas decorrem maioritariamente por um estilo de vida sedentário onde se primazia a postura de sentado durante um elevado número de horas num trabalho mais administrativo e no tempo gasto em entretenimento tecnológico. No entanto, podem também surgir devido a patologias neurológicas e/ou músculo-esqueléticas. Estas alterações têm a particularidade de serem agudas ou crónicas e, ainda, o facto de poderem ser sintomáticas e/ou assintomáticas (Tribastone, 2001).

Assim, por grande necessidade, a reeducação postural surge no mundo da fisioterapia como um método de avaliação e tratamento de diversas patologias, recorrendo à correção postural por alongamentos e reequilíbrios musculares potenciando a consciencialização postural (Schmidt, 2001).

O método de Reeducação Postural tem ganho cada vez mais terreno na intervenção e prevenção fisioterapêutica nas disfunções músculo-esqueléticas. Este baseia-se no alongamento global de músculos anti-gravíticos que se organizam em cadeias musculares simultaneamente por aproximadamente 15 a 20 minutos, sendo as compensações evitadas (Teodori, Negri, Cruz, & Marques, 2011).

Esta forma de ação surge pela crença que um músculo encurtado cria compensações em músculos proximais ou distais e que só através de um alongamento ativo poderá ser corrigido o posicionamento das articulações e o fortalecimento dos músculos, restabelecendo-se o equilíbrio miofascial das cadeias musculares (Moreira, Sedrez, Noll, & Candotti, 2017).

Reeducação Postural: princípios e indicações

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