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Publicado a 13/08/2020

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Rui Lemos

Serão a frequência cardíaca e a avaliação da perceção do esforço eficazes no controlo da intensidade do Indoor Cycling?

Rui Lemos

Este artigo é da autoria dos nossos formadores do curso online Strength and Conditioning for FitnessRui LemosTiago Moreira e Rafael Peixoto

 

O indoor cycling é uma aula de grupo muito comum em ginásios e health clubs.

Um dos objetivos da prática de Indoor Cycling é melhorar alguns parâmetros, por exemplo, composição corporal, diminuição da massa corporal, da massa magra, melhoria da massa muscular, diminuição do perímetro corporal (ex. gémeos, coxa, abdominal, tórax e tamanho do braço), uma diminuição na frequência cardíaca (FC) de repouso e também uma melhoria no consumo de oxigénio (VO2).

Para maximizar os benefícios e minimizar os riscos, controlar a intensidade nas aulas de Indoor Cycling é muito importante. Nessas aulas, o controlo da intensidade pode ser realizado por meio da frequência cardíaca (% do máximo ou reserva), equivalentes metabólicos, consumo de oxigénio, potência e taxa de esforço percebido (PSE).

A FC é a variável mais frequentemente recomendada para controlar a intensidade no Indoor Cycling. Porém, além das variações da intensidade do exercício, existem múltiplos fatores que podem enviesar a FC, assim, a FC pode aumentar ou diminuir sem que a intensidade seja a causa direta.

Esses fatores incluem ritmo de ciclismo, temperatura ambiente, estado de hidratação e estímulos musicais. Em contrapartida, estudos têm demonstrado que não há impacto na FC quando o exercício é realizado em ambientes com estímulos sonoros e visuais e com vários estados de hidratação.

Quanto a como a FC responde a intervalos de exercícios, há um consenso de que as respostas à mudança de intensidade são comparativamente lentas, ao contrário de esforços contínuos com intensidade constante.

 

Submeta o formulário abaixo para ter acesso ao artigo na íntegra, escrito pelos nossos formadores Rui Lemos, Tiago Moreira e Rafael Peixoto

 

CV: Rui Lemos é um apaixonado pelo desporto e exercício e a sua formação académica é o espelho disso mesmo. Diretor técnico de um ginásio, combina esta atividade profissional com a instrução de aulas de grupo de Indoor Cycling. Atualmente, continua a desenvolver estas paixões através da sua prática diária, do Doutoramento em Ciências do Desporto e da formação complementar que continua sem dispensar.

Fonte:

Canário-Lemos, R.; Vilaça-Alves, J.; Moreira, T.; Peixoto, R.; Garrido, N.; Goss, F.; Furtado, H.; Machado Reis, V. Are Heart Rate and Rating of Perceived Exertion Effective to Control Indoor Cycling Intensity? Int. J. Environ. Res. Public Health 202017, 4824.

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