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Tendências na ventilação mecânica: estaremos a ventilar os nossos pacientes da forma mais correta?

Embora o conceito de ventilação mecânica remonte ao século XIV, foi apenas no último século que começou a ser amplamente introduzida na prática clínica.

Hoje, os ventiladores mecânicos são incomparavelmente mais sofisticados e deixaram de ser utilizados exclusivamente nas Unidades de Cuidados Intensivos (UCI) – sendo isto resultado da combinação dos avanços sobre a compreensão da fisiologia respiratória, fisiopatologia e gestão clínica de pacientes, juntamente com o progresso tecnológico em engenharia mecânica, eletrónica e biomédica.

Existe uma enorme variedade de modos e estratégias de ventilação mecânica com vista a melhorar os resultados, as interações paciente-ventilador e o atendimento ao paciente. Ora, e apesar de todas estas melhorias tecnológicas, a intervenção humana continua a ocupar um lugar vital na eficácia desta técnica.

De salientar que as necessidades dos pacientes variam ao longo do tempo em virtude da evolução da gravidade da patologia e dos tratamentos. Portanto, uma estratégia de ventilação ótima é um processo adaptativo que visa:

  • tratar a condição aguda e apoiar o desmame gradual do ventilador;
  • ajustar-se às flutuações naturais dos distúrbios crónicos.

Com efeito, esta adaptação pode melhorar os resultados e o conforto do paciente, reduzir os eventos adversos e evitar o prolongamento da ventilação, com todos os riscos e custos associados. Para alcançar essas metas, o avanço do nosso entendimento em fisiopatologia, medicina e engenharia deve ser combinado com uma abordagem interdisciplinar para abordar completamente a complexidade da ventilação mecânica para melhorar ainda mais o tratamento dos pacientes.

Tendências na ventilação mecânica: estaremos a ventilar os nossos pacientes da forma mais correta?

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